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	<title>Igreja Presbiteriana do Guará 1</title>
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	<title>Igreja Presbiteriana do Guará 1</title>
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		<title>O DEUS GRACIOSO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ipguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (Salmos 67.1). O coração humano, por causa do pecado, tem dificuldade em ser grato. Somos mais propensos a enxergar as coisas negativas da vida do que a reconhecer as muitas bênçãos recebidas das mãos do SENHOR. “Seja Deus gracioso&#8230;”, o [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading"><br>“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (<em>Salmos 67.1).</em><br></h5>



<p>O coração humano, por causa do pecado, tem dificuldade em ser grato. Somos mais propensos a enxergar as coisas negativas da vida do que a reconhecer as muitas bênçãos recebidas das mãos do SENHOR. “Seja Deus gracioso&#8230;”, o salmista nos mostra que a graça é algo que vem de fora. Deus é o agente da graça; é Ele quem vem até nós e nos comunica sua graça. A graça pertence a Deus e, portanto, não emana do coração humano, mas é derramada sobre nós por Ele.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deus é gracioso para conosco. Sua graça sobre nós é diária e constante. O simples fato de acordar para mais um dia com saúde é graça. A respiração, o coração bombeando sangue, é graça. Levar os filhos à escola, graça. Desfrutar de um delicioso café da manhã, graça. Sentir o gosto dos mais variados alimentos, ouvir o canto dos pássaros, sentir a brisa no rosto, ser aquecido pelo sol, tudo isso é manifestação da graça do SENHOR. Levantar-se todos os dias, ter um trabalho, uma profissão e, assim, produzir algo no mundo criado, é graça. Ser parte de uma igreja biblicamente saudável é graça de Deus. Sorrir na presença dos amigos, ter um tempo de qualidade com a esposa assistindo à série preferida, poder fazer compras todos os meses, ter uma mesa farta e escolher o que vai comer é a pura manifestação da graça de Jesus Cristo sobre nós.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deus criou o jardim do Éden, fez nascer plantas e árvores frutíferas, encheu o jardim com animais, criou rios e, somente depois, colocou o homem nele. Isso é a expressão mais pura de um Deus gracioso. Da mesma maneira, Deus continua sustentando o grande jardim (o mundo): as plantas, os frutos, os animais e os seres humanos. A vida é prova de que Deus tem sido gracioso para conosco, é a expressão da bênção divina sobre nós, a clara manifestação do resplendor do seu rosto, da sua face, de quem Ele é: um Deus gracioso.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Qual foi a última vez que orou apenas agradecendo ao SENHOR por tudo o que Ele é e tem, graciosamente, feito por você? Você é grato pelas coisas pequenas e simples, como ter condição motora para escovar os próprios dentes? Ore ao Senhor agradecendo!</p>



<p><em>Em Cristo,</em></p>



<p><em>Pr. André Carolino</em></p>
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		<title>O PINOCCHIO E A PÓS-VERDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ipguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 01:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[— Por que está rindo? — perguntou o boneco, todo confuso e preocupado com aquele nariz que crescia a olhos vistos.— Dou risada da mentira que me contou.— Como sabe que eu menti?— Meu garoto, eu reconheço logo as mentiras, porque há de duas espécies: as mentiras que têm as pernas curtas e as mentiras [&#8230;]]]></description>
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<p>— Por que está rindo? — perguntou o boneco, todo confuso e preocupado com aquele nariz que crescia a olhos vistos.<br>— Dou risada da mentira que me contou.<br>— Como sabe que eu menti?<br>— Meu garoto, eu reconheço logo as mentiras, porque há de duas espécies: as mentiras que têm as pernas curtas e as mentiras que têm o nariz comprido. As suas, no caso, são do tipo que têm o nariz comprido. O Pinocchio, não sabendo mais onde se meter de tanta vergonha, tentou escapar do quarto, mas não conseguiu. O seu nariz tinha crescido tanto que não passava mais pela porta.<br>(COLLODDI, 2020, p.79)</p>



<p></p>



<p>Na sabedoria da Fada Azul em seu diálogo com o boneco de madeira sobre os tipos de mentira encontramos a ideia de uma mentira que logo acaba sendo descoberta e a descrição da mentira que cresce até ficar cada vez mais evidente. Mas se no clássico infantil o boneco fica preso por causa da mentira, hoje muitas mentiras ganham vida própria enquanto seus autores permanecem camuflados em meio ao pecado. Isso acontece porque em tempos de isolamento social e comunicação global “Uma mentira pode viajar meio mundo enquanto a verdade ainda está calçando os seus sapatos”<br><br>Segundo o jornalista Sérgio Ludtke isso acontece porque “a mentira é mais sexy que a verdade” e de fato, com o advento da revolução digital e a desintermediação na produção de notícias as pessoas passaram a interagir com a comunicação de maneira predominantemente emocional.<br>O reflexo desse fenômeno se observa na “pós-verdade”, eleita a palavra do ano de 2016 cujo significado é: “relativo a ou que denota circunstâncias nas quais os fatos objetivos têm menor influência na formação da opinião pública do que os apelos às emoções e crenças pessoais”. Dicionário Oxford</p>



<p>E o que a Escritura tem a dizer sobre tempos de incerteza como estes?<br>&#8220;Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.&#8221; 2 Timóteo 4:3-4<br>Saber que o que acontece em nossos dias foi previsto deve mover cada cristão a resistir ao desejo de se alimentar dessas mentiras palatáveis, às fábulas ou mitos contados com convicção pelos pregadores da pós-verdade, o que somente é possível por meio de uma vida de firme compromisso com a sã doutrina.<br>Do contrário, se tornarão presas fáceis de falsos mestres, que nesse cenário de constante mudança, “atuam como gerentes e treinadores motivacionais, que pregam o novo evangelho do desempenho e da otimização infinitos”.<br>(HAN, 2023, p. 48-49)<br><br>Quando isso acontece, o sucesso deixa de ser medido em termos de fidelidade à mensagem da Escritura e ao chamado divino, e toma a contramão do modelo bíblico experimentado por homens como Jeremias, Ezequiel e o próprio apóstolo Paulo. Nesse caminho torto da pós-verdade, a medida passa a ser a quantidade de visualizações, curtidas e compartilhamentos, e a sã doutrina acaba substituída por aquilo que gerar mais engajamento.<br>E como o cristão responde em tempos duvidosos como estes? Quando muitos anseiam viralizar, tornando sua mensagem conhecida pelas multidões, e para isso, estão dispostos a torcer a verdade bíblica ao gosto dos clientes, o salmista ensina que essa busca de coisas maravilhosas demais acaba por alimentar a soberba do coração (Sl 131).<br>Como antídoto, oferece uma resposta tão óbvia quanto negligenciada pela igreja contemporânea: a humildade de uma alma satisfeita que espera no Senhor é a cura para a busca por relevância que sacrifica a verdade do evangelho.<br>Essa solução passa pela imitação daquele que anunciou sem se importar se agradaria seus ouvintes: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim”. (Jo 14.6)<br>Pois é somente Nele que os homens e mulheres de nariz comprido dos nossos dias, sejam eles produtores ou consumidores de informações fraudulentas, podem abandonar não somente a mentira, mas também a pós-verdade.<br></p>



<p><strong>Pastor Ygor Castro</strong></p>
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		<title>Do pecado à piedade: quando Cristo redime nossas afeições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ipguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 00:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando desejamos mudar e não conseguimos, é natural que o coração fique desanimado. Sabe quando você começa a perder peso, mas, de repente, chega a um platô? Desânimo total. A mudança exige disciplina, e é impossível mudar sem uma ação intencional e perseverante. Em nossa caminhada cristã, não é diferente. Para crescermos em graça e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando desejamos mudar e não conseguimos, é natural que o coração fique desanimado. Sabe quando você começa a perder peso, mas, de repente, chega a um platô? Desânimo total. A mudança exige disciplina, e é impossível mudar sem uma ação intencional e perseverante. Em nossa caminhada cristã, não é diferente. Para crescermos em graça e santidade, é necessária disciplina — ou seja, ação intencional e perseverante.</p>



<p>Se eu te perguntar assim: “Quando é que um ladrão deixa de ser ladrão?”, provavelmente você diria que é quando ele para de furtar. Certo, mas e se ele ficar um ano sem furtar e depois voltar a praticar atos ilícitos? Ele voltou a ser um ladrão, correto? Assim, o que ele fez foi apenas dar uma pausa na prática ilícita, mas não mudou quem ele era.</p>



<p>A Bíblia fala sobre sermos despojados e revestidos. O que eu quero te mostrar é que, na caminhada cristã, não basta abandonar o pecado — é preciso colocar algo no lugar. “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado” (Efésios 4.28). É preciso substituir o ato pecaminoso por algo santo. Ou seja, abandone o furto, mas passe a trabalhar. E não apenas isso: use do seu dinheiro honesto para ajudar os necessitados. Antes, ladrão; agora, alguém que não apenas deixou de furtar, mas que usa o que tem para ajudar o outro. Despojado e revestido!</p>



<p>Entretanto, toda mudança requer disciplina e perseverança. Paulo diz a Timóteo: “Exercita-te, pessoalmente, na piedade” (1 Tm 4.7b). O termo “exercita-te”, no grego original, é <em>gymnaze</em>, de onde se origina o nosso termo “ginástica”. O que ele está mostrando? Que a piedade é algo que precisa ser um hábito em nossa vida!</p>



<p>Você só consegue abandonar uma prática pecaminosa quando a substitui por uma virtude espiritual — e isso por meio do exercício, do hábito, da prática de devoções espirituais. Como um mentiroso abandona esse pecado? Não apenas quando para de mentir, mas quando passa a falar a verdade: “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade&#8230;” (Efésios 4.25a).</p>



<p>Que, pela graça do Espírito Santo, possamos não somente nos despojar dos pecados, mas sermos revestidos das virtudes espirituais — e tudo isso para a glória de Deus.<br><br>AUTOR: Rev. André Carollino</p>
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		<title>A morte da morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ipguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[O sangue de um cordeiro morto, colocado nas ombreiras e na verga das portas das casas dos hebreus (Ex 12.7), seria o sinal para que a morte não os atingissem e, assim, Deus cumpriria a promessa de libertação e salvação do seu povo (Ex 12.13). O SENHOR passaria e olharia para o sangue. O SENHOR [&#8230;]]]></description>
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<p>O sangue de um cordeiro morto, colocado nas ombreiras e na verga das portas das casas dos hebreus (Ex 12.7), seria o sinal para que a morte não os atingissem e, assim, Deus cumpriria a promessa de libertação e salvação do seu povo (Ex 12.13). O SENHOR passaria e olharia para o sangue. O SENHOR não olharia para dentro da casa, não faria um <em>check-list</em> da vida e das obras daquelas pessoas. O sangue seria o sinal da libertação.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse momento foi chamado no antigo Israel de Páscoa, cujo significado é passagem – um evento que marcaria a passagem ou a saída do povo de Deus do Egito. A Páscoa, como festa, deveria ser um lembrete dessa libertação do poder escravizador. Um cordeiro imolado, o sangue derramado e a promessa cumprida.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;A festa pascal funcionou em Israel como sinal de algo maior. A Páscoa judaica era apenas sombra da verdadeira Páscoa. João Batista afirmou: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29), esse cordeiro foi mudo ao matadouro, seu sangue foi vertido, marcando não os umbrais da porta, mas, sim, a cruz romana. O sangue que escorreu da face do cordeiro e pingou no chão batido da palestina do primeiro século foi o sinal da nova administração do pacto da graça, daquele momento até a consumação dos séculos.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Páscoa fala sobre a libertação. Não de um povo étnico, mas de todo aquele que deposita fé somente em Jesus Cristo, como o Filho de Deus. É sobre uma vida sem o julgo, não o do Egito, mas o do pecado. É sobre uma morte amargamente substitutiva, um Cristo agonizante na cruz, uma voz que busca pelo Pai, mas que é invadida pelo silêncio divino: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonastes?” (Mt 27.46). Todo o drama da cruz tinha um propósito: para que você e eu, em Cristo, pudéssemos ser abraçados pela Trindade Santa &#8211; Pai, Filho e Espírito!</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tudo isso é uma parte da boa notícia, pois não podemos terminar na sexta-feira da paixão, nem no sábado do sepulcro, afinal, o domingo estava logo ali. Nossa caminhada não é sobre os sofrimentos da sexta ou o silêncio oriundo do luto no dia seguinte. Caminhamos, firmados e olhando para o domingo da ressurreição – a vitória da morte, por meio da entrega do cordeiro de Deus; naquele que não celebrou a Páscoa por ser a própria Páscoa!</p>



<p>Nunca se esqueça que a Páscoa cristã é um lembrete de quem éramos, mortos nos pecados; de quem somos agora, livres em Jesus; e para onde vamos, a Jerusalém celestial. “Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito” (Mateus 28.5).</p>



<p>Deus te abençoe!</p>



<p></p>



<p>AUTOR: Rev. André Carollino</p>
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		<title>Outubro</title>
		<link>https://ipguara.org.br/setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ipguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim Mensal]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira as informações de outubro no nosso boletim informativo – baixe agora e fique por dentro!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Confira as informações de outubro no nosso boletim informativo – <a href="https://ipguara.org.br/wp-content/uploads/2024/11/INFO_IPG_OUTUBRO24.pdf">baixe agora</a> e fique por dentro!</p>



<p></p>
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		<title>Por causa do Filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 12:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe sentimento pior do que ver um filho sofrer? Se você é pai ou mãe, sabe o que eu estou dizendo. Poucas coisas nessa vida impactam tanto nossas emoções como o bem-estar de nossos filhos. E dia desses eu me vi assim, num frenesi de emoções. Estava observando Tito brincar e percebi um coleguinha o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existe sentimento pior do que ver um filho sofrer?</p>



<p>Se você é pai ou mãe, sabe o que eu estou dizendo. Poucas coisas nessa vida impactam tanto nossas emoções como o bem-estar de nossos filhos. E dia desses eu me vi assim, num frenesi de emoções.</p>



<p>Estava observando Tito brincar e percebi um coleguinha o menosprezando. Infantil e pecaminosamente, admito envergonhado, menosprezei em meu coração aquele que menosprezava meu filho. Pensei: “arrume outro amiguinho melhor, Tito, alguém que mereça sua companhia”. Porém, somente pela graça do Pai perfeito, Tito seguiu sendo cordial, investindo no relacionamento com seu colega.</p>



<p>De modo algum estou afirmando que Tito é exemplo nesse sentido. Sendo sincero, muitas vezes é ele quem menospreza os colegas. Todavia, essa situação me fez considerar algo em meu relacionamento com Deus. Como o Pai deve se sentir ao nos ver tantas vezes menosprezar seu Filho?</p>



<p>Sim, menosprezamos a obra de Cristo quando buscamos redimir nossa história por meio da moralidade religiosa; menosprezamos a pessoa de Cristo quando buscamos toda identidade, valor e significado para a existência à parte dele; menosprezamos o ensino de Cristo quando buscamos viver à nossa maneira. Ainda que sem palavras, nessas ocasiões estamos dizendo ao Pai: “eu não quero seu Filho; eu não preciso dele; eu me basto”.</p>



<p>Embora seja chocante enxergar a miséria de nosso coração, mais chocante ainda é a graça do Deus triúno. Apesar de nossa arrogância, o Pai continua nos amando. Apesar de nossa indiferença, o Filho continua se fazendo presente ao nosso lado, intercedendo por nós. Apesar de nossa rebeldia, o Santo Espírito continua trabalhando em nós.</p>



<p>Por causa do Filho, uma vez rejeitado na cruz, nós sempre seremos aceitos pelo Pai.<br><br>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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		<title>Quando não ver faz bem</title>
		<link>https://ipguara.org.br/quando-nao-faz-bem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 12:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se sentiu confuso em relação ao agir de Deus em sua vida? Às vezes nos sentimos assim, desorientados, como que se nossa visão estivesse encoberta ao que Deus está fazendo em nossa história. Por essa razão, passamos a suplicar a Deus por discernimento – aquela visão mais nítida das realidades espirituais e materiais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já se sentiu confuso em relação ao agir de Deus em sua vida? Às vezes nos sentimos assim, desorientados, como que se nossa visão estivesse encoberta ao que Deus está fazendo em nossa história.</p>



<p>Por essa razão, passamos a suplicar a Deus por discernimento – aquela visão mais nítida das realidades espirituais e materiais –, o que geralmente é bom e útil. A própria Palavra de Deus nos orienta a suplicar nesse sentido (cf. 2Re 6.17; Cl 2.2).</p>



<p>No entanto, uma armadilha sutil pode estar escondida nessa busca.</p>



<p>Existe uma diferença, nem sempre perceptível, entre buscar discernimento para se submeter integralmente à vontade de Deus e o fazer apenas a fim de manipular essa vontade. Em outras palavras, é possível que nossa busca por discernimento nada mais seja do que uma busca pecaminosa por controle. Embora tolo, o objetivo é simples: quanto mais eu vejo e percebo a realidade a minha volta, menos eu preciso confiar minha vida às mãos de outro que não eu mesmo (leia-se Deus).</p>



<p>Infelizmente, nosso coração com resquícios de autossuficiência é assim: usa da Palavra de Deus para tentar ir contra o próprio Deus – não muito diferente do que Satanás fez com Jesus, não é?</p>



<p>A notícia boa é que Deus sabe lidar com nosso coração. Ele não é pego de surpresa pelas nossas artimanhas ou está decepcionado conosco. Na verdade, Deus nos conhece completamente, por mais assustador que isso possa parecer (Jr 17.10).</p>



<p>Portanto, o que realmente precisamos em dias de desorientação não é ver mais, e sim confiar mais em nosso Pai e menos e nós mesmos. Como escreveu Elizabeth Elliot: &#8220;Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades. O que não temos agora, não precisamos agora&#8221;.</p>



<p>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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		<title>Um pouco de tristeza, por que não?</title>
		<link>https://ipguara.org.br/um-pouco-de-tristeza-por-que-nao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 13:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Impossível viver nesse mundo quebrado e não se entristecer em alguns – ou vários – momentos. Desde a infância, a duras penas somos lembrados disso. Embora vivamos tempos em que a cultura secular pregue ser feliz a qualquer custo, lá no fundo do coração sabemos que se trata de balela “das grande”. Ninguém consegue ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Impossível viver nesse mundo quebrado e não se entristecer em alguns – ou vários – momentos. Desde a infância, a duras penas somos lembrados disso.</p>



<p>Embora vivamos tempos em que a cultura secular pregue ser feliz a qualquer custo, lá no fundo do coração sabemos que se trata de balela “das grande”. Ninguém consegue ser feliz o tempo todo. Pelo menos ninguém minimamente sóbrio.</p>



<p>No entanto, para os cristãos existe uma maneira diferente de encarar as tristezas desse mundo. Veja como Paulo considera a questão: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte” (2Co 7.10).</p>



<p>Em outras palavras, Paulo está dizendo que existem duas maneiras de responder às tristezas que nos são causadas: uma produz arrependimento; a outra, endurecimento no coração. A primeira gera vida; a segunda, morte.</p>



<p>De modo prático, as tristezas que nos sobrevêm devem ser instrumentos de autorreflexão e arrependimento, mesmo aquelas causadas por forças externas. Sempre há motivo para nos arrependermos de quem somos – de nossas falhas e pecados ou de nossos méritos e autojustiça. Ou seja, a tristeza que produz esse tipo de contrição no coração, de acordo com a Palavra de Deus, conduz à salvação.</p>



<p>Portanto, por que não um pouco de tristeza? Viver tentando ser feliz a todo o custo é ignorar a realidade de que nosso coração quebrado e disfuncional precisa ser entristecido para, então, poder experimentar verdadeira felicidade na pessoa, obra e ensino de Jesus.</p>



<p>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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