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	<title>Eron Franciulli &#8211; Igreja Presbiteriana do Guará 1</title>
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	<title>Eron Franciulli &#8211; Igreja Presbiteriana do Guará 1</title>
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		<title>Por causa do Filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 12:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe sentimento pior do que ver um filho sofrer? Se você é pai ou mãe, sabe o que eu estou dizendo. Poucas coisas nessa vida impactam tanto nossas emoções como o bem-estar de nossos filhos. E dia desses eu me vi assim, num frenesi de emoções. Estava observando Tito brincar e percebi um coleguinha o [&#8230;]]]></description>
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<p>Existe sentimento pior do que ver um filho sofrer?</p>



<p>Se você é pai ou mãe, sabe o que eu estou dizendo. Poucas coisas nessa vida impactam tanto nossas emoções como o bem-estar de nossos filhos. E dia desses eu me vi assim, num frenesi de emoções.</p>



<p>Estava observando Tito brincar e percebi um coleguinha o menosprezando. Infantil e pecaminosamente, admito envergonhado, menosprezei em meu coração aquele que menosprezava meu filho. Pensei: “arrume outro amiguinho melhor, Tito, alguém que mereça sua companhia”. Porém, somente pela graça do Pai perfeito, Tito seguiu sendo cordial, investindo no relacionamento com seu colega.</p>



<p>De modo algum estou afirmando que Tito é exemplo nesse sentido. Sendo sincero, muitas vezes é ele quem menospreza os colegas. Todavia, essa situação me fez considerar algo em meu relacionamento com Deus. Como o Pai deve se sentir ao nos ver tantas vezes menosprezar seu Filho?</p>



<p>Sim, menosprezamos a obra de Cristo quando buscamos redimir nossa história por meio da moralidade religiosa; menosprezamos a pessoa de Cristo quando buscamos toda identidade, valor e significado para a existência à parte dele; menosprezamos o ensino de Cristo quando buscamos viver à nossa maneira. Ainda que sem palavras, nessas ocasiões estamos dizendo ao Pai: “eu não quero seu Filho; eu não preciso dele; eu me basto”.</p>



<p>Embora seja chocante enxergar a miséria de nosso coração, mais chocante ainda é a graça do Deus triúno. Apesar de nossa arrogância, o Pai continua nos amando. Apesar de nossa indiferença, o Filho continua se fazendo presente ao nosso lado, intercedendo por nós. Apesar de nossa rebeldia, o Santo Espírito continua trabalhando em nós.</p>



<p>Por causa do Filho, uma vez rejeitado na cruz, nós sempre seremos aceitos pelo Pai.<br><br>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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		<title>Quando não ver faz bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 12:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se sentiu confuso em relação ao agir de Deus em sua vida? Às vezes nos sentimos assim, desorientados, como que se nossa visão estivesse encoberta ao que Deus está fazendo em nossa história. Por essa razão, passamos a suplicar a Deus por discernimento – aquela visão mais nítida das realidades espirituais e materiais [&#8230;]]]></description>
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<p>Você já se sentiu confuso em relação ao agir de Deus em sua vida? Às vezes nos sentimos assim, desorientados, como que se nossa visão estivesse encoberta ao que Deus está fazendo em nossa história.</p>



<p>Por essa razão, passamos a suplicar a Deus por discernimento – aquela visão mais nítida das realidades espirituais e materiais –, o que geralmente é bom e útil. A própria Palavra de Deus nos orienta a suplicar nesse sentido (cf. 2Re 6.17; Cl 2.2).</p>



<p>No entanto, uma armadilha sutil pode estar escondida nessa busca.</p>



<p>Existe uma diferença, nem sempre perceptível, entre buscar discernimento para se submeter integralmente à vontade de Deus e o fazer apenas a fim de manipular essa vontade. Em outras palavras, é possível que nossa busca por discernimento nada mais seja do que uma busca pecaminosa por controle. Embora tolo, o objetivo é simples: quanto mais eu vejo e percebo a realidade a minha volta, menos eu preciso confiar minha vida às mãos de outro que não eu mesmo (leia-se Deus).</p>



<p>Infelizmente, nosso coração com resquícios de autossuficiência é assim: usa da Palavra de Deus para tentar ir contra o próprio Deus – não muito diferente do que Satanás fez com Jesus, não é?</p>



<p>A notícia boa é que Deus sabe lidar com nosso coração. Ele não é pego de surpresa pelas nossas artimanhas ou está decepcionado conosco. Na verdade, Deus nos conhece completamente, por mais assustador que isso possa parecer (Jr 17.10).</p>



<p>Portanto, o que realmente precisamos em dias de desorientação não é ver mais, e sim confiar mais em nosso Pai e menos e nós mesmos. Como escreveu Elizabeth Elliot: &#8220;Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades. O que não temos agora, não precisamos agora&#8221;.</p>



<p>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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		<title>Um pouco de tristeza, por que não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eron Franciulli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 13:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[Impossível viver nesse mundo quebrado e não se entristecer em alguns – ou vários – momentos. Desde a infância, a duras penas somos lembrados disso. Embora vivamos tempos em que a cultura secular pregue ser feliz a qualquer custo, lá no fundo do coração sabemos que se trata de balela “das grande”. Ninguém consegue ser [&#8230;]]]></description>
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<p>Impossível viver nesse mundo quebrado e não se entristecer em alguns – ou vários – momentos. Desde a infância, a duras penas somos lembrados disso.</p>



<p>Embora vivamos tempos em que a cultura secular pregue ser feliz a qualquer custo, lá no fundo do coração sabemos que se trata de balela “das grande”. Ninguém consegue ser feliz o tempo todo. Pelo menos ninguém minimamente sóbrio.</p>



<p>No entanto, para os cristãos existe uma maneira diferente de encarar as tristezas desse mundo. Veja como Paulo considera a questão: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte” (2Co 7.10).</p>



<p>Em outras palavras, Paulo está dizendo que existem duas maneiras de responder às tristezas que nos são causadas: uma produz arrependimento; a outra, endurecimento no coração. A primeira gera vida; a segunda, morte.</p>



<p>De modo prático, as tristezas que nos sobrevêm devem ser instrumentos de autorreflexão e arrependimento, mesmo aquelas causadas por forças externas. Sempre há motivo para nos arrependermos de quem somos – de nossas falhas e pecados ou de nossos méritos e autojustiça. Ou seja, a tristeza que produz esse tipo de contrição no coração, de acordo com a Palavra de Deus, conduz à salvação.</p>



<p>Portanto, por que não um pouco de tristeza? Viver tentando ser feliz a todo o custo é ignorar a realidade de que nosso coração quebrado e disfuncional precisa ser entristecido para, então, poder experimentar verdadeira felicidade na pessoa, obra e ensino de Jesus.</p>



<p>AUTOR: Rev. Eron Franciulli</p>
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